Puns, baratas, chocolate e vacinas têm algo em comum e você não vai acreditar!

“Cientistas fazem uma grande revelação e você não vai acreditar!” Essa fórmula para gerar manchetes de divulgação já deve ser bastante familiar para os assíduos das redes sociais. Elas estão repletas das descobertas mais estranhas supostamente feitas por cientistas, como “cientistas revelam que o cérebro humano é programado para beijar”; “cientistas descobrem em que horário é melhor tomar banho”; “cientistas revelam quem é a mulher com o corpo mais perfeito do mundo”; “cientistas descobrem que filhos herdam inteligência exclusivamente da mãe, e não do pai!”; ou até “cheiro de flatulência pode ajudar no tratamento de câncer, diz estudo”. Essas matérias com títulos chamativos são compartilhadas milhares de vezes, mas será que cientistas realmente fizeram essas descobertas?

Há alguns anos, inúmeros veículos de notícias relataram que cheirar puns poderia reduzir o risco de enfermidades como câncer, ataque do coração, infartos, disfunção erétil, artrite e demência. No entanto, não é possível encontrar nenhuma dessas informações no artigo científico ao qual as matérias se referem. Em sua pesquisa, o grupo liderado pelo Dr. Matthew Whiteman, da Universidade de Exeter, desenvolveu uma molécula chamada AP39, utilizada para aumentar os níveis de sulfeto de hidrogênio nas mitocôndrias. 

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Ainda estamos evoluindo?

Será que nossa espécie continua evoluindo? Para alguns pesquisadores, o desenvolvimento tecnológico e os avanços médicos nos isolam dos efeitos da seleção natural, essencialmente freando o processo evolutivo. Aqui retomo essa questão e argumento que, apesar das inovações culturais, a evolução continua ocorrendo.

Sabemos muito sobre como mudanças evolutivas nos trouxeram até os dias de hoje. Mas o que o futuro nos reserva? Nossa espécie continua evoluindo? Daqui alguns milhares de anos os humanos serão diferentes de hoje? Continue Lendo “Ainda estamos evoluindo?”